sábado, 24 de maio de 2008


De repente toda mágica se acabou...

e na nossa casinha apertada

Tá faltando graça e tá sobrando espaço

Tô sobrando num sobrado sem ventilador

Vai dizer que nossas preces não alcançaram o céu

Coração que inda vem me perguntar o que conteceu

Conta se seu rosto por acaso ainda tem o gosto meu

Com duas conchas nas mãos, vem vestida de ouro e poeira

Falando de um jeito maneira

Da lua, da estrela e de um certo mal

Que agora acompanha teu dia e pra minha poesia é o ponto final

É o ponto em que recomeço, recanto e despeço

da magia que balança o mundoBailarina, soldado de chumbo

Bailarina, soldado de chumbo

Beijo e dor

Bailarina, soldado de chumbo

Nossa casinha pequena parece vazia sem o teu balé

Sem teu café requentado soldado de chumbo não fica de pé


3 comentários:

María Laó disse...

Visitame!!!
primeros30.blogspot.com
Beso!

Mari Mendes disse...

Ai, mas que lindo!!
Amei seu blog!

Bjoo

=)

Werneck disse...

mto lindo andréia!
o texto é mto bem escrito, viu!
=D
como tá tudo aih?
vini